O que acontece quando um casal não é compatível sexualmente?
Quando se fala em compatibilidade ou incompatibilidade tem a ver com aquele clique instantâneo.. aquela sintonia automática.
Será que isso existe mesmo? Essa sintonia?
Ou será que é algo que tem de ser "trabalhado" ao longo do tempo?
Conhecer a outra pessoa, explorar, falar e chegar a "consensos".. afinar arestas.
E quando apenas um dos elementos pensa assim?
Como se debate este assunto, sem magoar, melindrar ou até afetar a confiança da outra parte.
Vale a pena continuar na insatisfação e não falar?
Ou é preferível falar e o que for, será?
Só temos esta vida (pelo menos conscientemente) e porque não tentar tirar o máximo dela?
Viver plenamente todos os elementos que nos constituem.
Sem andar a saltitar de relação em relação.
Quando há coisas que podem ser trabalhadas e mudadas.
Chegando assim ao consenso comum e à satisfação de ambos os lados.
Esta consciência pode abalar, porque nas "nossas" cabeças tudo tem de ser instantâneo e imediato para parecer perfeito. Parecer..
Porque por vezes a pessoa que está ao nosso lado pode ser um verdadeiro estranho.
Estranho no sentido de não nos conhecer verdadeiramente.
Nem nós o conhecermos porque quando chegamos a estes pontos de "situação" o outro não sabe o que nos passa pela cabeça, até nós falarmos. Se falarmos..
E nós não sabemos o que passa na cabeça e no coração do outro..
Temos de falar.
A tal "ferramenta" chave na relação.
A tal palavra cliché.
Aquela que todos ouvimos.. a teoria..
E a prática?
Como fica?
Quando se fala em compatibilidade ou incompatibilidade tem a ver com aquele clique instantâneo.. aquela sintonia automática.
Será que isso existe mesmo? Essa sintonia?
Ou será que é algo que tem de ser "trabalhado" ao longo do tempo?
Conhecer a outra pessoa, explorar, falar e chegar a "consensos".. afinar arestas.
E quando apenas um dos elementos pensa assim?
Como se debate este assunto, sem magoar, melindrar ou até afetar a confiança da outra parte.
Vale a pena continuar na insatisfação e não falar?
Ou é preferível falar e o que for, será?
Só temos esta vida (pelo menos conscientemente) e porque não tentar tirar o máximo dela?
Viver plenamente todos os elementos que nos constituem.
Sem andar a saltitar de relação em relação.
Quando há coisas que podem ser trabalhadas e mudadas.
Chegando assim ao consenso comum e à satisfação de ambos os lados.
Esta consciência pode abalar, porque nas "nossas" cabeças tudo tem de ser instantâneo e imediato para parecer perfeito. Parecer..
Porque por vezes a pessoa que está ao nosso lado pode ser um verdadeiro estranho.
Estranho no sentido de não nos conhecer verdadeiramente.
Nem nós o conhecermos porque quando chegamos a estes pontos de "situação" o outro não sabe o que nos passa pela cabeça, até nós falarmos. Se falarmos..
E nós não sabemos o que passa na cabeça e no coração do outro..
Temos de falar.
A tal "ferramenta" chave na relação.
A tal palavra cliché.
Aquela que todos ouvimos.. a teoria..
E a prática?
Como fica?

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